Depoimentos

Vozes de quem conviveu

Irmãos, primos, confrades e amigos guardam pedaços da mesma história. Reunimos aqui algumas dessas lembranças.

Frei Rui transformou o espaço que antes simbolizava isolamento e dor em um local de acolhimento, solidariedade e esperança. Mais do que um religioso, foi um verdadeiro agente de transformação humana e social.

Dom Frei Luiz Flávio Cappio, OFM

Bispo franciscano, confrade e amigo

Me sinto honrada e abençoada de ser irmã do Rui. Sua vida sempre foi de uma simplicidade exemplar. Nas suas vindas à casa da família, transmitia uma paz imensa e nos motivava: o ambiente da casa ficava diferente, alegre.

Norma Depiné

Irmã

No São Roque foi um bravo lutador dos pobres e doentes. Lidava com poderosos e com os mais miseráveis, mas a todos tratava por igual. Não reteve nada para si.

Orlando Jair Depiné

Irmão

Frei Rui é diferente, é um homem sincero, humilde, ajuda os pobres. Essa proximidade com os empobrecidos foi uma constante na vida dele, e impressionou a todos nós. Não se apegou às honrarias deste mundo; evitou os palcos e as promoções humanas.

Ir. Hugo Depiné, Marista

Primo-irmão

Nas férias, reunia os primos na casa dos avós para nos ensinar inglês atrás de uma porta de madeira. Trazia bolas do seminário e jogava futebol conosco até não enxergarmos mais a bola.

Memórias da família Depiné

Rodeio (SC)

Sempre perseguido, mas era alegre. Nunca se rendeu ao erro nem à injustiça. Podiam bater, pois seu nome era resiliência.

Milene Martos Chagas

Pesquisadora da memória de Frei Rui